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Earle Diniz Macarthy
Moreira
Ex- Reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Professor Emérito
da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul |
Se
tivesse que definir a personalidade do Professor
Magno de Aguiar Maranhão por palavras, creio
que as mais adequadas seriam "dedicação", "pertinácia", "generosidade" e "lealdade".
Desde nossos primeiros
encontros de trabalho, nos anos 90 do século passado quando das
ações desencadeadas pelo Conselho
Federal de Educação para constituir
a atual Universidade Veiga de Almeida, ele como
Superintendente Acadêmico da Instituição
que leva o nome do inolvidável educador
carioca e eu como membro da Comissão designada
por aquele órgão, para acompanhar
o processo - percebi em Magno de Aguiar Maranhão
as qualidades já referidas; além
de uma capacidade de trabalho ímpar, capaz
de varar dias e noites, sem descanso e sem perder
o tino. Era um motor de moto-contínuo, em
ritmo acelerado, à base de cafezinho e cigarro.
A relação fraternal que entre nós
floresceu, revigorou-se em outras parcerias, quando
por designação do mesmo CFE, fizemos
parte, com outros nomes de relevância no
ensino superior, de comissões para acompanhar
a implantação de várias outras
universidades, hoje em destaque no ensino superior
do nosso país.
Mesmo após a extinção do
Conselho Federal de Educação, já no âmbito
do novo CNE, enquanto eu me dedicava integralmente à docência
universitária, Magno de Aguiar Maranhão
persistiu, dedicando-se por inteiro, cada vez com
maior e reconhecido sucesso, à tarefa de
consolidar instituições acadêmicas,
servindo à causa da educação,
sem medir esforços e colocando em risco
sua própria saúde física.
Através de seus artigos na imprensa periódica
e de suas publicações analíticas
e interpretativas da realidade e dos problemas
da educação em nossa terra, continua,
até hoje a prestar relevantes serviços
ao nosso povo, apontando rumos, corrigindo roteiros,
iluminando caminhos.
É para mim uma honra haver sido seu companheiro
de trabalho e continua a ser um galardão
incluir-me no rol de seus amigos.
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Paulo Alcântara
Gomes
Reitor da Universidade Castelo Branco
Presidente do Sebrae
Membro da Academia de Educação |
Falar do Professor
Magno de Aguiar Maranhão é falar
do ensino superior brasileiro. Dedica sua vida
profissional a pensar, a agir e a repensar as múltiplas
questões que instigam os educadores do nosso
tempo, tempo de tensões,
inquietações e grandes desafios.
O Professor Magno
de Aguiar Maranhão tem
sido um "engenheiro" na construção
de um sistema educacional mais equânime ,
justo e competente.
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Fernando Affonso
Gay da Fonseca
Ex-Presidente do Conselho Federal de Educação e Membro da Academia
Brasileira de Educação |
Quando integrante do
Conselho Federal de Educação,
esbarrava a todo
momento nas câmaras e nos plenários com Magno de Aguiar Maranhão.
Era uma presença
constante, discreta e silenciosa, mas acima de
tudo um
atilado, observador e analista de tudo que se discutia, e muito mais ainda
quando estás discussões imbricavam no enfoque de algum problema
que
comprometesse uma visão dos sistemas educacionais e eventuais alterações
dos
mesmos.
Magno de Aguiar Maranhão é um viciado em educação,
o que vale dizer mais do que apaixonado, a ela se dedica e diurtunamente com
a mesma se compromete,
realizando estudos, apresentando propostas, enfim servindo-a.
Por tudo isso é que aprendi a
admirá-lo
e respeitá-lo.
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IB Gato Falcão
Ex- Conselheiro do Conselho Federal de
Educação
Presidente da Academia Alagoana de Letras |
UM BRASILEIRO
ILUSTRE
Há alguns
anos o Governo da República
instituiu, na estrutura do Conselho Federal de
Educação, uma comissão de
encargos educacionais, com amplas atribuições
na esfera dos sempre discutidos problemas das mensalidades
escolares, provida a sua condução
pela presidência do Conselho Federal de Educação
que se louvou no meu nome.
Era
a novel estrutura altamente extensiva, requerendo
conhecimentos amplos pelos seus titulares dos problemas
educacionais como, simultaneamente, das obrigações
financeiras decorrente do exercício do processo
educativo privado. A extensão do trabalho,
e o vulto das obrigações não
permitiram que eminentes conselheiros, inicialmente
designados, exercessem o respeitável encargo.
Três
eminentes conselheiros foram nomeados, mas decorridos
poucos meses, resignaram o posto. Coube-me, conselheiro
recém nomeado, a difícil
tarefa de exercer a novel Presidência que,
diga-se de passagem, possuía ampla competência
na esfera financeira dos estabelecimentos de ensino
privado no país. Os pleitos além
da natural responsabilidade, de ordem financeira
exigiam decisões quase imediatas, porquanto
vinculadas as conhecidas mensalidades á vida
das instituições.
Registre-se
que, paralelamente, exercia o signatário
atribuições em outras importantes
comissões. Envolto na difícil problemática
de julgar e autorizar mensalidades, possuía
por força da atribuição, grandes
responsabilidades porquanto estavam em jogo em última
analise as vidas das instituições.
Não era possível dúvidas nos
despachos que paradoxalmente, exigiam decisões
quase imediatas, claras e fundamentadas. Reuniões
houve em que mais de uma centena de processos foi
examinado.
Para
o êxito, necessitava a Presidência,
de uma estrutura de apoio que associasse conhecimentos
financeiro, técnicos e educacionais. E um
jovem educador, Magno de Aguiar Maranhão,
acompanhou com êxito excepcional essa difícil
tarefa permitindo que os julgados, sem qualquer
demora, tivessem as resoluções devidamente
aprovadas e distribuídas.
Foi
trabalho beneditino que, durante alguns anos, com
reduzido apoio técnico de servidores,
realizamos com integral segurança, não
registrando quaisquer dúvidas ou desacertos.
O ilustre educador colaborou em caráter
relevante, revelando-se o assessor ágil
e competente, portador de aguda inteligência,
de elevado conhecimento da metodologia educacional
e dos difíceis problemas de formação.
No
tempo, progrediu, ascendeu à condução
de uma respeitável Universidade, tornando-se,
paralelamente, consultor esclarecido na imprensa
nacional pela divulgação dos problemas
da educação brasileira, merecedores
de critica e observação ou mesmo
contestação. É assim Magno
de Aguiar Maranhão, cidadão de prol,
amigo dos seus amigos, e referência valiosa
no desenvolvimento e formação da
nossa juventude.
Da
planície vejo com alegria, que a minha
modesta presença na condução
dos problemas educacionais me permitiu como dividendo
encantador conquistar amigos diletos, envolvidos
todos na tarefa difícil da luta sem quartel,
pela formação da juventude brasileira.
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Roberto
Claúdio Frota Bezerra
Presidente do Conselho Nacional de Educação
- CNE |
O Professor
Magno de Aguiar Maranhão,
há vários anos envolvido com questões
educacionais, em especial aquelas relacionadas
com a Educação Superior, não
se furtou, como observador arguto que é,
em manifestar suas opiniões, a partir de
uma visão integrada e atual dos desafios
que todos temos que enfrentar para melhorar a educação
brasileira. Seus artigos publicados em jornais
e revistas de nosso país que abordam os
mais diversos problemas da área a qual dedicou
sua vida profissional, poderiam, como tantos, de
outros autores, refletir reações
ocasionais a fatos da área educacional - e
não haveria nisso nenhum demérito.
Contudo, eles traduzem uma postura muito clara
e firme diante dos obstáculos que temos
tentado contornar para cumprir o compromisso de
democratizar e a elevar a qualidade do ensino.
Esta fidelidade a seus princípios e opiniões
pessoais, moldadas por décadas de convívio
com educadores, alunos e suas comunidades, dirigentes
e servidores de instituições de ensino,
entidades de classe e órgãos públicos,
impede que o autor tome partido, peque pela parcialidade
ou se preocupe em agradar quem quer que seja.
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Professor
Arnaldo Niskier
Academia Brasileira de Letras |
Um
dos elementos mais extraordinários que
marcam os educadores brasileiros é o tempo
da sua experiência. Há jovens competentes, é certo,
mas a pática dos anos costuma sedimentar
conhecimentos e vigências insubstituíveis.
Quando o professor
Magno de Aguiar Maranhão,
há tanto envolvido nas questões educacionais,
sobretudo na administração do ensino
superior, resolve colocar no papel os seus inúmeros "causos",
resulta uma obra de primeira qualidade. Será apreciada
por seus colegas, confrades, alunos e amigos, pois
ele detém condições especiais
da transmissão do saber, hoje essencial
para marcar de forma adequada a chamada indústria
do conhecimento.
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Tarquínio
Prisco Lemos da Silva
Vice Reitor da Universidade Veiga de Almeida- UVA |
Magno
de Aguiar Maranhão, educador pernambucano,
radicado há muito no Rio de Janeiro, em
matéria de Educação, pensa
o Brasil. Seus artigos e entrevistas em jornais
e revistas, de apreciável assiduidade, bem
como seus substanciosos pareceres no Conselho Estadual
de Educação do Rio de Janeiro, traduzem
permanente preocupação de não
fazer crítica pela crítica, mas de
usá-la na justa medida em que ela sirva
de instrumento para que o assunto possa ser analisado
em profundidade e não se abata diante de
aparentes irrefutáveis estatísticas,
não resistentes a cruzamento de dados ou
de uma observação um pouco mais preocupada.
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